Há pessoas que nascem para viver um grande amor.Esse não é o meu caso.Não há na minha
família caso de alguém que seja "Felizes Para Sempre". A única que casou, como manda o
figurino, ficou viúva 5 ou 6 meses depois do casamento. Minha mãe é, e sempre foi, sozinha.
Esse sempre foi meu gande medo.Hoje encaro isso como uma opção: posso ficar sozinha, ou
não. Tenho o péssimo hábito de viver minha emoções ao extremo. Elas saltam do meu peito
como essa sensação pertinente de liberdade. Meus poros exalam uma excitação que nunca
imaginei caber dentro de mim. Faço tudo além do que tenho vontade. Queria poder guardar
todas as imagens. as belezas que vi, senti, Os raios do sol se espreguiçando por detrás das
montanhas.Aquela mistura de azuis que pincel nenhum é capaz de reproduzir. Adoro sentir o
mundo pelo meu corpo. Entre os dedinhos do meu pé, ou o gosto salgado que surge nos meus
lábios. Liberdade incompleta.Ainda sou posse daquela que gerou. Não posso pagar o preço da
liberdade. Tudo bem!Sou jovem. Apesar de não ter todo o tempo do mundo, já consigo dar
valos às pequenas coisas. Vagando por elas encontro esse tal amor.Carnal, feroz... por vezes
banal. É... "Acho que não consigo ser de ninguém". Isso ecoou como uma profecia de dois mil
anos. Será essa a questão? O gozo dessas sensações que estão sendo experimentadas não
tem gosto de fruta, labuta ou pergunta. Tem gosto de mar e montanha. Daquilo que eu posso
tocar, mas não ter; aquele pequeno trecho entre os cactos com flores vermelhas e conchas do
meu colar.
família caso de alguém que seja "Felizes Para Sempre". A única que casou, como manda o
figurino, ficou viúva 5 ou 6 meses depois do casamento. Minha mãe é, e sempre foi, sozinha.
Esse sempre foi meu gande medo.Hoje encaro isso como uma opção: posso ficar sozinha, ou
não. Tenho o péssimo hábito de viver minha emoções ao extremo. Elas saltam do meu peito
como essa sensação pertinente de liberdade. Meus poros exalam uma excitação que nunca
imaginei caber dentro de mim. Faço tudo além do que tenho vontade. Queria poder guardar
todas as imagens. as belezas que vi, senti, Os raios do sol se espreguiçando por detrás das
montanhas.Aquela mistura de azuis que pincel nenhum é capaz de reproduzir. Adoro sentir o
mundo pelo meu corpo. Entre os dedinhos do meu pé, ou o gosto salgado que surge nos meus
lábios. Liberdade incompleta.Ainda sou posse daquela que gerou. Não posso pagar o preço da
liberdade. Tudo bem!Sou jovem. Apesar de não ter todo o tempo do mundo, já consigo dar
valos às pequenas coisas. Vagando por elas encontro esse tal amor.Carnal, feroz... por vezes
banal. É... "Acho que não consigo ser de ninguém". Isso ecoou como uma profecia de dois mil
anos. Será essa a questão? O gozo dessas sensações que estão sendo experimentadas não
tem gosto de fruta, labuta ou pergunta. Tem gosto de mar e montanha. Daquilo que eu posso
tocar, mas não ter; aquele pequeno trecho entre os cactos com flores vermelhas e conchas do
meu colar.
