Domingo, Janeiro 29, 2006
Segunda-feira, Julho 19, 2004
Argh! Desisto dessa porra de Blogspot. Tô voltando pro velho blogger brasil. É ruim, mas tá bom.
Ainda não é o blog dos meus sonhos, mas...
http://blogemconstrucao.blogger.com.br
Pelo menos, agora tá com um tempate razoável!
Beijos
Ainda não é o blog dos meus sonhos, mas...
http://blogemconstrucao.blogger.com.br
Pelo menos, agora tá com um tempate razoável!
Beijos
Sábado, Julho 17, 2004
O dia que eu pisei no palco do Claro Hall ou Crise pré-adolescente de uma quase pós-adolescente.
Já disse que só vou tirar a pulseira verde do meu braço quando não der mais pra ler a inscrição. Alguém tem noção da felicidade que é você tirar uma foto com seus ídolos. Comigo isso é quase impossível já que 70% deles estão debaixo da terra ou viraram cinzas jogadas ao vento. Agora, tenho que aproveitar os meus ídolos que ainda estão no mesmo mundo que eu. E cara, eu tirei foto com eles. Tá certo, que eu nem sabia onde enfiar a cara, porque eu sou tímida pá cacete, mas pra isso que servem os amigos. E que amigos!
Quando eu pisei no palco do Claro Hall (a maior casa de show aqui do Rio) fiquei imaginando a emoção de ver aquele mar de gente (a casa tava lotada) cantando as tuas músicas. Porra, deve ser phodda. E o legal do público dos Hermanos é esse, são pessoas do bem que tão ali pra curtir, se divertir mesmo. Não rola confusão, nem nada. O pessoal dança, se emociona... Ah, sou suspeita pra falar... Só digo uma coisa, deve ser um saco ter que tirar foto com gente que t nunca viu na vida e ficar dando autógrafo... Argh! Tá, eu tirei foto com os caras, mas eu tava com uma vergonha do cacete de fazer isso. Tô toda boba, em sei porquê. Aliás, esse sentimento que envolve fã e ídolo é totalmente inesplicável. Enfim, as fotos do show em breve estarão no meu flog.
OBS: O Bruno é simpático. Pelo menos, essa é a minha opinião. Ele me deu um sorriso e tudo! Aliás, o nariz dele realmente é parecido com o do Chico Buarque.
Já disse que só vou tirar a pulseira verde do meu braço quando não der mais pra ler a inscrição. Alguém tem noção da felicidade que é você tirar uma foto com seus ídolos. Comigo isso é quase impossível já que 70% deles estão debaixo da terra ou viraram cinzas jogadas ao vento. Agora, tenho que aproveitar os meus ídolos que ainda estão no mesmo mundo que eu. E cara, eu tirei foto com eles. Tá certo, que eu nem sabia onde enfiar a cara, porque eu sou tímida pá cacete, mas pra isso que servem os amigos. E que amigos!
Quando eu pisei no palco do Claro Hall (a maior casa de show aqui do Rio) fiquei imaginando a emoção de ver aquele mar de gente (a casa tava lotada) cantando as tuas músicas. Porra, deve ser phodda. E o legal do público dos Hermanos é esse, são pessoas do bem que tão ali pra curtir, se divertir mesmo. Não rola confusão, nem nada. O pessoal dança, se emociona... Ah, sou suspeita pra falar... Só digo uma coisa, deve ser um saco ter que tirar foto com gente que t nunca viu na vida e ficar dando autógrafo... Argh! Tá, eu tirei foto com os caras, mas eu tava com uma vergonha do cacete de fazer isso. Tô toda boba, em sei porquê. Aliás, esse sentimento que envolve fã e ídolo é totalmente inesplicável. Enfim, as fotos do show em breve estarão no meu flog.
OBS: O Bruno é simpático. Pelo menos, essa é a minha opinião. Ele me deu um sorriso e tudo! Aliás, o nariz dele realmente é parecido com o do Chico Buarque.
Quarta-feira, Julho 07, 2004
Os sonhos sempre querem dizer alguma coisa? São reflexos do inconsciente? Sei lá, só sei que eu levava uma vidinha tão suburbana. Comia arroz e feijão numa mesinha pequena de bancos e toalha com um estampado brega e desbotado; assistindo TV, claro! Minha mãe morava perto e eu tinha um cachorro grande, peludo e babão. E usava roupas simpléérimas (traduza-se por bregas)! Mas era feliz... Talvez porque era o Selton Mello ao meu lado*... Enfim, guardo pra mim... Deixa estar.
* Seria um sonho de Lisbela versão Valqueriana? Até que ponto eu abriria mão dos meus sonhos de consumo por algo que não sei se existe?
* Seria um sonho de Lisbela versão Valqueriana? Até que ponto eu abriria mão dos meus sonhos de consumo por algo que não sei se existe?
Quarta-feira, Junho 23, 2004
Há pessoas que nascem para viver um grande amor.Esse não é o meu caso.Não há na minha
família caso de alguém que seja "Felizes Para Sempre". A única que casou, como manda o
figurino, ficou viúva 5 ou 6 meses depois do casamento. Minha mãe é, e sempre foi, sozinha.
Esse sempre foi meu gande medo.Hoje encaro isso como uma opção: posso ficar sozinha, ou
não. Tenho o péssimo hábito de viver minha emoções ao extremo. Elas saltam do meu peito
como essa sensação pertinente de liberdade. Meus poros exalam uma excitação que nunca
imaginei caber dentro de mim. Faço tudo além do que tenho vontade. Queria poder guardar
todas as imagens. as belezas que vi, senti, Os raios do sol se espreguiçando por detrás das
montanhas.Aquela mistura de azuis que pincel nenhum é capaz de reproduzir. Adoro sentir o
mundo pelo meu corpo. Entre os dedinhos do meu pé, ou o gosto salgado que surge nos meus
lábios. Liberdade incompleta.Ainda sou posse daquela que gerou. Não posso pagar o preço da
liberdade. Tudo bem!Sou jovem. Apesar de não ter todo o tempo do mundo, já consigo dar
valos às pequenas coisas. Vagando por elas encontro esse tal amor.Carnal, feroz... por vezes
banal. É... "Acho que não consigo ser de ninguém". Isso ecoou como uma profecia de dois mil
anos. Será essa a questão? O gozo dessas sensações que estão sendo experimentadas não
tem gosto de fruta, labuta ou pergunta. Tem gosto de mar e montanha. Daquilo que eu posso
tocar, mas não ter; aquele pequeno trecho entre os cactos com flores vermelhas e conchas do
meu colar.
família caso de alguém que seja "Felizes Para Sempre". A única que casou, como manda o
figurino, ficou viúva 5 ou 6 meses depois do casamento. Minha mãe é, e sempre foi, sozinha.
Esse sempre foi meu gande medo.Hoje encaro isso como uma opção: posso ficar sozinha, ou
não. Tenho o péssimo hábito de viver minha emoções ao extremo. Elas saltam do meu peito
como essa sensação pertinente de liberdade. Meus poros exalam uma excitação que nunca
imaginei caber dentro de mim. Faço tudo além do que tenho vontade. Queria poder guardar
todas as imagens. as belezas que vi, senti, Os raios do sol se espreguiçando por detrás das
montanhas.Aquela mistura de azuis que pincel nenhum é capaz de reproduzir. Adoro sentir o
mundo pelo meu corpo. Entre os dedinhos do meu pé, ou o gosto salgado que surge nos meus
lábios. Liberdade incompleta.Ainda sou posse daquela que gerou. Não posso pagar o preço da
liberdade. Tudo bem!Sou jovem. Apesar de não ter todo o tempo do mundo, já consigo dar
valos às pequenas coisas. Vagando por elas encontro esse tal amor.Carnal, feroz... por vezes
banal. É... "Acho que não consigo ser de ninguém". Isso ecoou como uma profecia de dois mil
anos. Será essa a questão? O gozo dessas sensações que estão sendo experimentadas não
tem gosto de fruta, labuta ou pergunta. Tem gosto de mar e montanha. Daquilo que eu posso
tocar, mas não ter; aquele pequeno trecho entre os cactos com flores vermelhas e conchas do
meu colar.
tenho um post...
mas nao deu tempo de digitá-lo...
enquanto isso tem fotos no buzz
http://carlinhaaa.buzznet.com
e sempre o umbigo
mas nao deu tempo de digitá-lo...
enquanto isso tem fotos no buzz
http://carlinhaaa.buzznet.com
e sempre o umbigo
Quinta-feira, Junho 17, 2004
No drive-thru do McDonald's
-Caraca, muito tosco meu ex-namorado...
-Pô, mas vocês ficaram juntos menos tempo que a gente...
-É a metade do tempo...
-Isso tudo?
-É.
-Eu acho que você deu muito rápido pra ele.
(???????????????)
Por isso que não devemos fazer programas de amigos com ex-namorados...
(post totalmente inspirado no M-E...)
-Caraca, muito tosco meu ex-namorado...
-Pô, mas vocês ficaram juntos menos tempo que a gente...
-É a metade do tempo...
-Isso tudo?
-É.
-Eu acho que você deu muito rápido pra ele.
(???????????????)
Por isso que não devemos fazer programas de amigos com ex-namorados...
(post totalmente inspirado no M-E...)
Terça-feira, Junho 08, 2004
Na tela vazia... (Carla Lemos)
Já me atirei a seus pés e pedi que não fosse.
Achei que a dor não teria fim.
O fim chegou.
E outro veio.
Como veio, foi.
Depois então?
Nada.
NADA!
Nadinha, nadica, necas...
Nem Platão, affair, caso, sexo e cores.
Traição... muito menos.
Apenas canções vazias de um amor ainda não lançado.
Rasgado.
Já desacreditado.
E ela vem de mansinho.
Uma noite mal dormida, com o ronco dos vizinhos.
Passa o dia corrido.
Unhas roídas.
Rabisco.
Acaba a grafite.
Merda de carbono.
E a certeza do nada.
Ela remói, alfineta.
Palavras levianas.
Amor?
Não.
Já me atirei a seus pés e pedi que não fosse.
Achei que a dor não teria fim.
O fim chegou.
E outro veio.
Como veio, foi.
Depois então?
Nada.
NADA!
Nadinha, nadica, necas...
Nem Platão, affair, caso, sexo e cores.
Traição... muito menos.
Apenas canções vazias de um amor ainda não lançado.
Rasgado.
Já desacreditado.
E ela vem de mansinho.
Uma noite mal dormida, com o ronco dos vizinhos.
Passa o dia corrido.
Unhas roídas.
Rabisco.
Acaba a grafite.
Merda de carbono.
E a certeza do nada.
Ela remói, alfineta.
Palavras levianas.
Amor?
Não.
